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Por que há tantos cristãos experimentando frustração, vida vazia e infidelidade?

terça-feira, 16 de novembro de 2010.
Texto: Caminhos de Deus


Introdução: Quando recebemos Cristo em nossa vida, todas as promessas de Deus estão disponíveis para nós. Essas promessas se cumprem em nossas vidas à medida que vivemos sob a direção do Senhor. Porém, como nem sempre vivemos uma vida perfeita, Deus providenciou ajuda para andarmos em seu caminho e poder corrigir-nos quando falharmos. 

Por que alguns cristãos crescem até tornarem-se maduros, bem equilibrados e frutíferos, enquanto outros passam a maior parte da vida derrotados, frustrados e sem fruto? O que nos ensina a Bíblia sobre como alcançar uma vida cristã vitoriosa.


Tema: O Caminho de Deus 
1. O caminho de Deus conduz a uma vida de plenitude e alegria. 

a) Há um caminho que conduz a uma vida de realização e propósito. A Bíblia está repleta de promessas de Deus para aqueles que andam no caminho de Deus. As passagens bíblicas que serão vistas a seguir contêm algumas dessas promessas: 


Vitória e frutos, Gálatas 5:16,22-23 

Pureza e comunhão, I João 1:7-9 

Companheirismo e amor, João 14:21; III João 4 



b) Para experimentar plenitude e alegria devemos fazer três coisas: 

“Andar em Espírito” 

“Andar na luz” 

“Andar na verdade”, que resulta em: 

Plenitude: Salmos 16:11 

Satisfação: Salmos 107:9 

Paz: Isaías 26:3 

Se Deus promete plenitude e alegria em Sua Palavra, por que há tantos cristãos experimentando frustração, vida vazia e infidelidade? 
2. O problema do homem é que seus desejos egoístas e pecaminosos o afastam do caminho de Deus. 
a) Quando um cristão se desvia do caminho de Deus em razão do pecado ou da adversidade, ele experimenta: 
Frustração; 

Culpa; 

Infelicidade; 

Derrota. 


b) As passagens bíblicas a seguir identificam problemas que, se não forem resolvidos, farão com que a pessoa se afaste de Deus. 

Frustração; 

Culpa; 

Infelicidade; 

Derrota 


O SER PECAMINOSO: Romanos 7:18 

CORRUPÇÃO INTERIOR: Marcos 7:21,22 

MAUS DESEJOS: Tiago 1:13-15 
Que maus desejos ou pecados me afastam de Deus? 
O que preciso fazer para retornar ao caminho de Deus? 

3. A provisão de Deus para retornar ao seu caminho: Perdão e Restauração 


Embora possamos, por nossa própria negligência, desviar-nos do caminho de Deus, Ele determinou um meio maravilhoso pelo qual o cristão afastado pode voltar e ser restaurado à comunhão com Cristo. As seguintes passagens mostram como Deus providenciou esse caminho: 
Andando em Espírito 
O Caminho de Deus 
Paz; 

Alegria; 

Plenitude de vida 
Nosso caminho 
Frustração; 

Culpa; 

Infelicidade 

Derrota 


a) Deus tem compaixão pelos pecadores: Lamentações 3:22,23. 
Reconheça os seus pecados. Creia que Deus perdoará você. 


b) Deus deseja que Confessemos nossos pecados: I João 1:9. 

Quando confessei meus pecados a Deus? 
Caminho à restauração (seja específico em sua confissão) 


c) Deus nos pede que nos afastemos do pecado: Provérbios 28:13. 

Afaste-se – Retorne ao caminho de Deus e, por Sua graça, caminhe em obediência ao Espírito Santo. 


Como renunciei o pecado em minha vida? 

NOTA: A Escritura nos exorta a termos uma consciência livre de ofensas diante de Deus e dos homens. Se você ofendeu alguém, peça perdão a essa pessoa logo após ter consertado sua vida com Deus. 
Agora que confessei e deixei a minha desobediência, o que preciso fazer para manter-me firme no caminho de Deus? 


4. Como permanecer firme no caminho de Deus. 
a) Para permanecer firme no caminho de Deus, o cristão deve seguir o exemplo de Jesus em Lucas 4:1-14. Nesse encontro com Satanás, Jesus agiu fortalecido pelo poder do Espírito Santo e fez uso das Escrituras como o seu manual para guiar-se. As seguintes passagens e sugestões ajudarão você a estabelecer o seu caminho com Deus para que seja: 



Uma firme decisão: Daniel 1:8; 

Um caminho escolhido: Salmos 119:30 

Uma vida transformada: Romanos 12:2 



b) Estabeleça um tempo regular de comunhão com Cristo por meio da oração e do estudo bíblico. 

c) Identifique as áreas de necessidade espiritual em sua vida. Em quais você é mais vulnerável? 

d) Selecione passagens da Bíblia que apontem em que direção você deve seguir. 

Memorize e medite diariamente nessas passagens para sua motivação, correção e direção. 
Seja sensível em obedecer a direção do Espírito Santo. 
Mantenha um vínculo ativo com um grupo cristão vigoroso no qual você possa compartilhar o seu testemunho. 

APLICAÇÃO: Avalie sua vida e determine em que lugar você se encontra a respeito do caminho de Deus. Se você se afastou, lembre-se de que pode voltar ao caminho de Deus. Se você permanece no caminho de Deus, não negligencie seu andar diário. Deus deseja que você caminhe com Ele e, como um bom Pai, deseja estar perto de você como Seu filho. Memorize Romanos 5:8; Efésios 2:8-9. Provérbios 28:13. 


Citado Por: aparecido Sales
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O sacrifício da cruz

O Sacrifício da Cruz


Por: Aparecido Sales
Leitura: "Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se" (Mateus 27.42).
Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se" (Mt 27.42).
 Esse foi o escárnio dirigido ao Cristo que morria, quando ficou pendurado em Sua cruz naquele "distante monte verde". Palavras de deboche, mas incorporando a própria essência da vida e morte do Filho de Deus, a própria essência dos tratos de Deus com o mundo - a própria essência do Calvário. "Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito". Para salvar os outros - pecadores, rebeldes, inimigos - o Pai não pode salvar a Si mesmo de enviar, do Seu seio, o Filho do Seu amor. Para salvar os outros, o Filho não pode salvar a Si mesmo, mas deve derramar Sua alma na morte e, assim, ver Sua semente e dividir o despojo com os poderosos (Is 53.12 - EC). Para salvar os outros, o Espírito Santo não pode salvar a Si mesmo da angústia, à semelhança da tristeza e angústia do Filho no Getsêmani, em Sua entrada no coração dos que uma vez afundaram-se no pecado e são freqüentemente obstinados e desobedientes aos clamores do Filho.
Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se. Essa expressão engloba, em poucas palavras, toda a história do caminho do Deus-Homem na terra; desse modo, Ele manifestou ao homem caído a expressa imagem ou caráter (conforme o grego, Hb 1.3) do Pai no céu. "Nisso se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado Seu Filho unigênito (...) para vivermos" (1 Jo 4.9). "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós" (3.16). O caráter de Deus foi revelado em Seu Filho; a natureza divina foi manifestada Naquele que era a "expressão exata do Seu ser". Resumindo: salvar os outros é próprio de Deus, recusando-se salvar a Si mesmo.
Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se. Isso não significa que Ele não tivesse o poder e os recursos para salvar a Si mesmo. Pelo contrário, Ele tinha o poder, mas não iria usá-lo! Salvar os outros quando isso não custa nada a você é algo possível até para criaturas caídas. Mas salvar os outros e recusar-se a salvar a si mesmo quando você tem condições para fazê-lo é divino. Ele não pode salvar a Si mesmo porque é contrário à natureza divina salvar o ego à custa da perda dos outros.
A Si mesmo não pode salvar-se. Palavras impressionantes, pronunciadas como deboche e pelos lábios de pecadores que crucificaram o seu Salvador. Mesmo na tentação no deserto (Mt 4.1), essa lei da Sua vida foi manifestada; ali Ele não se alimentou, porque não podia alimentar a Si mesmo, mas mais tarde, alimentou os outros (14.13-21). Ele podia utilizar todo o poder da Divindade para abençoar os outros, para alimentar os outros, para salvar os outros; mas para Si mesmo, nada! Não usou os recursos divinos para salvar a Si mesmo num momento de fome aguda, para ter uma palavra menos de desprezo ou um golpe menos do açoite, e ser apenas golpeado com a mão. Assim devem ser os filhos de Deus conformados à imagem do Filho, para manifestar Seu caráter divino, como o Filho revelou a expressa imagem do Pai. "Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se" é a lei da vida de Jesus e deve ser a lei da vida de cada seguidor do Cordeiro.
Ter o poder para salvar a si mesmo e recusar-se a usá-lo, porque, se o usasse, os outros não poderiam ser salvos, é a vida de Jesus manifestada naqueles que Ele redimiu. Derramar sua vida pelos outros que o rejeitam e o julgam incorretamente, quando você não precisaria fazê-lo: isto é o Calvário! Ter o poder para salvar a você mesmo e não usá-lo, por significar perda para os outros: isto é o Calvário! Ser usado para libertar almas do poder de Satanás e, depois, colocar-se, como Cristo o fez, à aparente mercê da "vossa hora e o poder das trevas" (Lc 22.53): isso é verdadeiramente o Calvário!
Ó filho de Deus, Ele salvou os outros, mas a Si mesmo não pode salvar! Este deve ser o caminho para você em cada momento de tensão dolorida e tempestade para os seguidores do Cordeiro. Deus tem usado você para libertar os outros, e talvez você esteja desejando saber por que você mesmo não é libertado das lutas por fora e temores por dentro (2 Co 7.5) que estão assediando sua própria vida. Outros vêm a você em extrema necessidade, e, com seu próprio coração partido, você é solicitado a dar do seu próprio vazio e com a perda daquilo que parece ser sua própria necessidade. Você é solicitado a clamar pela vitória pelos outros que estão em angústia, quando você mesmo parece estar em angústia muito maior. No Calvário foi assim! Aquele que havia libertado outros do poder de Satanás foi entregue, como vimos, à fúria total do poder das trevas. Aquele que havia realizado obras poderosas de Deus pelos outros, jaz em impotência e fraqueza nas mãos dos homens. Sim, isso é o Calvário. Vida, poder, bênção e libertação para os outros, e nada para você mesmo, a não ser permanecer na vontade de Deus e aceitar das mãos do Pai tudo o que for do Seu agrado permitir que chegue a você.
Salvou os outros - todos os recursos em Deus e o poder de Deus para os outros! A Si mesmo não pode salvar-se - impotência, vacuidade, sofrimento, conflito e morte para Si mesmo. Essa foi a marca registrada da mais elevada manifestação do espírito do Cordeiro vista nos heróis da fé, conforme o registro de Hebreus 11; e entre esses heróis da fé, que alcançaram o lugar mais elevado nesse rol de honra, estavam mulheres que foram abatidas à morte, não aceitando o livramento, a fim de que pudessem alcançar uma melhor ressurreição (v. 35) . Sim, essa é a marca registrada mais elevada do espírito do Cordeiro. Subjugar reinos, obter promessas, fechar a boca dos leões, extinguir a violência do fogo, escapar ao fio da espada, tornar-se poderoso na guerra (v. 34) - tudo como resultado de fé num Deus Onipotente -: isso é poder; mas ser torturado e não aceitar ser resgatado (v. 35) - isso é o Calvário. A escolha voluntária para sofrer e morrer, ao invés de salvar a si mesmo, é algo mais elevado do que a fé para conquistar e subjugar.
E, se não estamos enganados, esse é o caminho mais elevado colocado diante de todos aqueles que avançam em direção ao alvo da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus no tempo presente. "Nova evidência de que Deus está operando poderosamente para levantar e estabelecer um povo realmente conformado à morte de Cristo veio a mim esta manhã - um assunto muito mais sério e poderoso do que a concessão de dons", escreveu um ministro de grande experiência e em condições de ver e conhecer de forma especial a tendência da obra do Espírito. Sim, Deus "está operando poderosamente em minha direção", dirão muitas almas profundamente provadas, quando pensam em seu próprio caso e nos caminhos estranhos e especiais nos quais estão sendo estranhamente conduzidas, a fim de poder conhecer o caminho da cruz e entrar no espírito do Cordeiro.
Dois caminhos parecem estar claramente abertos diante da Igreja de Deus, com uma escolha para cada membro do Corpo de Cristo, que tem resultados eternos. Há a conformidade ao Cordeiro, que já mencionamos antes, em relação à qual necessitamos de visão divina para discernir sua beleza e glória celestiais. Por outro lado, o caminho de salvar a nós mesmos do sentido pleno de tudo o que significa seguir o Cordeiro na terra, com a conseqüente perda da glória de participar do trono do Cordeiro. Porque está escrito: "Se com Ele sofremos, com Ele reinaremos" (2 Tm 2.12 - BJ); "se com Ele sofremos, com Ele também seremos glorificados" (Rm 8.17). O sofrimento de Cristo foi totalmente voluntário, pois Ele disse: "Eu dou a minha vida (...) Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou" (Jo 10.17, 18). E no caminho da conformidade à Sua morte, muitos que escolheram seguir o Cordeiro onde quer que Ele vá (Ap 14.4), encontram-se no caminho da cruz, o que poderia ser evitado, se quisessem! Eles poderiam aceitar o livramento e salvar a si mesmos, mas perderiam a superior ressurreição. Isso é, na verdade, o espírito do Cordeiro morto, suprido pela graça de Deus a pecadores redimidos. Tudo o que é da terra, nas vozes dos amigos e do mundo, e da própria vida deles clama: "Salva a Ti mesmo e a nós". Mas o Espírito de Cristo no interior deles os conduz no caminho do Cordeiro, pois, como Ele, não podem salvar a si mesmos. Ver um caminho de escape do sofrimento e, por sua própria livre escolha, decidir recusar-se a entrar por ele, por significar a salvação deles mesmos: isto é digno de reconhecimento diante de Deus, pois é o caminho mais próximo da semelhança com Aquele a respeito do Qual foi dito em tom de escárnio: "Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se."




Editado por: Aparecido Sales

(Jessie Penn-Lewis, in A Cruz: O Caminho Para o Reino, Editora dos Clássicos, Direitos gentilmente cedidos pelos editores. Vedado o uso comercial. Favor não divulgar sem mencionar a fonte.)
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Algumas reflexões sobre o Livre-Arbítrio

segunda-feira, 15 de novembro de 2010.

Algumas reflexões sobre o Livre-Arbítrio
Antes da queda de Adão, o homem sem pecado, era capaz de pecar. Porque Deus disse: "No dia em que você comer dela certamente morrerás" (Gênesis 2:17).


Assim como Adão caiu, o homem pecador era não capaz de não pecar, pois estávamos incrédulos, e "tudo o que não provém de fé é pecado" (Romanos 14:23).


Quando nascemos de novo, pelo poder do Espírito Santo, somos capazes de não pecar, pois "o pecado não terá domínio sobre vós" (Romanos 6:14).


Isso significa que o que Paulo chama de "homem natural" ou "a mente da carne" não é capaz de não pecar. Paulo diz isto em Romanos 8:7-9


A mente que está definido na carne é hostil a Deus, pois não se submete à lei de Deus, na verdade, ele não pode. Aqueles que estão na carne não podem agradar a Deus. (Veja também 1 Coríntios 02:14).


Como, então, vamos pensar em livre-arbítrio?


Não é uma economia de energia. Em sua liberdade de vontade, o homem caído não pode por conta própria fazer nada, mas o pecado. "Tais livre" vontade é uma realidade devastadora. Sem algum poder para superá-la é dobrado, o nosso livre-arbítrio só condena-nos.


Poderíamos parar por aqui e voltar com alegria para a verdade do evangelho que Deus supera a nossa resistência, nos dá a vida, desperta a nossa inclinação para a morte de Cristo, e livremente e irresistivelmente nos atrai para si mesmo (João 6:44, 65; Atos 13:48;Efésios 2:5, 2 Timóteo 2:25-26).


Mas às vezes ajuda a responder a acusações. Uma objeção comum é que, se "não pode" fazer o que é certo e "só pode" fazer o que é pecado, então não estamos a agir de forma voluntária e não pode ser elogiada ou culpa.


Aqui está parte da resposta de João Calvino a esta objeção:


A bondade de Deus é tão conectado com sua divindade que não é mais necessário doque ser Deuspara ser bom e que o diabo, por sua queda, era tão distante de bondade que ele não pode fazer nada, mas mal.


Se alguém dar uma palavra ao zombar profano que o elogio é pouco devido a Deus por uma bondade que ele é forçado, não é óbvio para todos os homens a responder: "É devido não ao impulso violento, mas a sua bondade sem limites, que ele não pode fazer mal? "


Portanto, se a livre vontade de Deus em fazer o bem não está impedido, porque ele deve necessariamente fazer o bem, se o diabo, que nada pode fazer mal, mas, no entanto pecados voluntariamente, pode-se dizer que os pecados do homem menos voluntariamente, porque ele está sob uma necessidade de pecar? (Institutos, II.3.5)

Citado por: Aparecido Sales
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O que acontece com as crianças que morrem?

domingo, 14 de novembro de 2010.

O que acontece com as crianças que morrem?
Acho que estão todos salvos. Em outras palavras, eu não compro o princípio que diz que crianças nascidas em "famílias" alianças são seguras, e as crianças nascidas em "famílias de não-aliança" não são. Eu não vou lá.
Minha razão para pensar que eles estão todos salvos por causa do princípio em Romanos 1, quando Paulo argumenta que todas as pessoas conhecem a Deus, e eles são "indesculpáveis" porque não homenageá-lo e glorificá-lo como Deus.
Seu argumento é que eles não têm desculpa , porque eles sabem as coisas, como se a responsabilidade na presença de Deus no Juízo Final será baseada, pelo menos em parte, do facto de terem acesso ao conhecimento necessário.
E Deus diz que todos temos acesso ao conhecimento, porque eles podem olhar para as coisas que ele fez e ver o seu poder e divindade. Mas eles suprimem o conhecimento de que, em vez de se submeter a ele, pois eles estão todos condenados.
Então faço a pergunta: OK, é o princípio que está sendo gerado lá que, se você não tem acesso ao conhecimento que te faz ser responsabilizados, pois você não vai ser responsável? E eu acho que é o caso.
Eu acho que os bebês e imbecis, ou seja, aqueles com deficiência mental profunda; não têm acesso ao conhecimento que eles serão chamados para dar conta. Portanto, de alguma forma, de algum modo, Deus, por Cristo, abrange estas pessoas.
De modo que, em poucas palavras, é por isso que eu acho que todas as crianças que morrem na infância são eleitos e serão, por meio de Jesus Cristo, salvos de maneira que eu não sei como, pois Deus honra este princípio de responsabilização.


Editado Por: Apareci Sales
Fonte: desiringGod
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A diferença entre adivinhações e profecias bíblicas.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010.
A adivinhação do futuro pode envolver puro e simples engano visando o lucro fácil."Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração" (2 Pe 1.19).

Profecias bíblicas se cumprem sempre, sem exceção. Por isso podemos ter absoluta confiança nelas. Mas quem confia em adivinhações está perdido!
Só uma coisa é certa a respeito das adivinhações de videntes, astrólogos e cartomantes: a cada ano se repete o fiasco da falha do seu cumprimento! Praticamente todas as previsões para 2003 foram falsas. O "Comitê Para a Investigação Científica das Alegações dos Paranormais" na Alemanha comparou 100 prognósticos com a realidade e verificou que as explicações posteriores dos adivinhos são completamente contraditórias em relação às Profecias bíblicas se cumprem sempre, sem exceção. Por isso podemos ter absoluta confiança nelas. Mas quem confia em adivinhações está perdido!

Só uma coisa é certa a respeito das adivinhações de videntes, astrólogos e cartomantes: a cada ano se repete o fiasco da falha do seu cumprimento! Praticamente todas as previsões para 2003 foram falsas. O "Comitê Para a Investigação Científica das Alegações dos Paranormais" na Alemanha comparou 100 prognósticos com a realidade e verificou que as explicações posteriores dos adivinhos são completamente contraditórias em relação às previsões feitas. Muitos de seus prognósticos são formulados de maneira tão vaga que o exercício da futurologia nem se faz necessário, pois qualquer um de nós poderia fazer previsões semelhantes usando simplesmente a lógica e o bom senso. As previsões são tão genéricas que acabam acertando em algum detalhe. Dois exemplos: em dezembro de 2002 um astrólogo previu "iminente risco de guerra" para o Iraque.[1] O matemático Michael Kunkel (de Mainz/Alemanha), observou que uma declaração dessas, naquela época, equivalia a afirmar que o sol iria nascer na manhã seguinte. Relativamente a Israel, um dos prognósticos para este ano dizia: "Depois de sérios distúrbios, existe a tendência de que no final de 2004 haja um acordo de paz satisfatório, de modo a que ambas as partes tenham interesse em cumpri-lo". É quase impossível falar de maneira mais genérica. Mas é interessante observar como as pessoas, que nada querem saber da Bíblia, são enganadas rotineiramente e dão ouvidos a esse tipo de "profecia" vaga e superficial.

A adivinhação do futuro pode envolver puro e simples engano visando o lucro fácil. Por outro lado, além do interesse financeiro, a astrologia, por exemplo, tem origem espírita e ocultista, diretamente inspirada por Satanás e seus demônios. Seja como for, ela sempre é mentirosa, pecaminosa e de origem diabólica. O reformador Martim Lutero declarou, com razão: "O Diabo também sabe profetizar – e mente ao fazê-lo".

Em Deuteronômio 18.9-11 está escrito: "Quando entrares na terra que o Senhor, teu Deus, te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos". A Bíblia com Anotações de Scofield comenta a respeito:
As oito práticas anatematizadas para determinação do futuro são estas: 1. do adivinhador – os métodos são apresentados em Ez 21.21; 2. do prognosticador – possivelmente referindo-se à feitiçaria ou astrologia; 3. do agoureiro – aquele que usa prognósticos; 4. do feiticeiro – aquele que faz uso da magia, de fórmulas ou encantamentos; 5. dos encantadores – Sl 58.4-5; 6. de quem consulta um espírito adivinhante – veja o número 7; 7. do mágico, geralmente usado com o número 6 – Is 8.19 descreve a prática; e 8. do necromante – aquele que procura interrogar os mortos. Duas coisas precisam ser mantidas em mente: 1) este mandamento tinha aplicações específicas a Israel que estava entrando na terra; foram feitas para preservar os israelitas das abominações dos seus predecessores (vv. 9, 12 e 14) e 2) para se perceber claramente o contraste entre esses falsos profetas e os profetas como Moisés (vv. 15-19).

Profecia bíblica
Vejamos as principais diferenças entre adivinhação e profecia bíblica:
A adivinhação faz afirmações vagas e genéricas e não esclarece os fatos. A profecia bíblica é a história escrita antes que aconteça. Ela parte do próprio Deus Todo-Poderoso, que tem uma visão panorâmica das eras e as estabeleceu em Seu plano divino. O profeta Isaías O engrandece: "" Senhor, tu és o meu Deus; exaltar-te-ei a ti e louvarei o teu nome, porque tens feito maravilhas e tens executado os teus conselhos antigos, fiéis e verdadeiros" (Is 25.1). O próprio Senhor afirma: "lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade" (Is 46.9-10).
A adivinhação interpreta algum tipo de sinal. A profecia bíblica não depende da nossa interpretação, mas se sustenta exclusivamente em sua própria realização.

As previsões de astrólogos são especulativas e deixam margem para muitas interpretações. A profecia bíblica acerta em 100% dos casos.
O apóstolo Pedro escreve: "Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade" (2 Pe 1.16).
Tim LaHaye e Thomas Ice afirmam:
Falsas religiões e idéias supersticiosas baseiam-se em fábulas engenhosamente inventadas, mas a fé cristã está fundamentada na auto-revelação do próprio Deus aos homens, da forma como a encontramos na Bíblia. Além disso, Pedro designa a profecia bíblica como "palavra profética" e diz: "...fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso..." (2 Pe 1.19). Por que podemos depositar toda a nossa confiança na palavra profética? Porque a profecia bíblica, segundo a conclusão de Pedro, não é a explicação humana dos acontecimentos históricos: "sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo" (2 Pe 1.20-21). Tendo a profecia, os cristãos possuem um resumo do plano divino para o futuro. Além disso, como centenas de profecias já se cumpriram literalmente – a maioria delas relacionadas à primeira vinda de Cristo – sabemos que todas as promessas em relação ao futuro também se cumprirão integralmente nos tempos finais e por ocasião da volta de Cristo".[2]
Adivinhação e interpretação de sinais são baseados em mentiras, enquanto a profecia divina é a mais absoluta verdade. Balaão era um "agoureiro" (Nm 24.1) que Balaque, rei dos moabitas, queria usar para amaldiçoar Israel (Nm 23-24). E justamente esse adivinhador foi obrigado a reconhecer: "Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?" (Nm 23.19).
A Bíblia contém 6.408 versículos com declarações proféticas, das quais 3.268 já se cumpriram. Não se sabe de nenhum caso em que uma profecia bíblica tivesse se cumprido de forma diferente da profetizada. Esses números equivalem à chance de que ao jogar-se 1.264 dados, todos caiam, sem exceção, com o número 6 para cima. Essa probabilidade é tão pequena que exclui toda e qualquer obra do acaso.[3]
Conforme o Dr. Roger Liebi, 330 profecias extremamente exatas e específicas referentes ao Messias sofredor se cumpriram literalmente por ocasião da primeira vinda de Cristo.
Dessa abundância de profecias relacionadas ao nascimento, à vida e à morte de Jesus, destacamos apenas o exemplo do Salmo 22.16-17: "...traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos..." Não há dúvida de que essa passagem fala da crucificação, pois o sofrimento descrito pelo salmista só acontece nesse tipo de morte. Entre os judeus a crucificação jamais foi uma forma de execução de condenados à morte e ainda não era conhecida quando o salmo foi escrito. Bem mais tarde os romanos copiaram dos cartagineses a pena de morte por crucificação. Portanto, seria muito mais lógico se o salmista tivesse descrito a morte por apedrejamento ou pela espada. Numa época tão remota (1000 a.C.), por que ele falou da morte pela cruz, completamente desconhecida dos judeus? A resposta é que o salmista, inspirado pelo Espírito de Deus, era um profeta e apontava a morte futura de Jesus.
A adivinhação cria confusão mental, turva a visão para a verdade bíblica e bloqueia a disposição das pessoas de crerem no Evangelho de Jesus Cristo. Ela embota seus sentidos, prendê-as a falsos ensinos e torna-as inseguras em suas decisões. A profecia divina, entretanto, liberta e dá segurança. Por isso todos deveriam seguir o conselho de Deus: "Eu o disse, eu também o cumprirei; tomei este propósito, também o executarei. Ouvi-me vós..." (Is 46.11b-12a).
Qualquer pessoa que crê em Jesus Cristo e confia sua vida a Ele tem um futuro seguro e não precisa ter medo de nada. Quem se entrega a Jesus passa a viver sob a bênção da profecia encontrada em João 14.3: "E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também".

Citado Por Aparecido Sales

Notas:
Idea Spektrum, 1/2 2004. 
Tim LaHaye/Thomas Ice, Countdown zum Finale der Welt. 
Factum, Edição Especial 1995

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Cinco maneiras de Deus responder orações

Cinco maneiras de Deus responder orações

Qualquer que seja a resposta, ela vem sempre visando o melhor para você

Luis Palau

Ao longo dos anos descobri nas Escrituras, e pela experiência, que Deus ama responder as orações. Aqui estão cinco de suas respostas mais freqüentes:

“Não, eu te amo demais” 
O Deus do universo não é obrigado a dizer ‘sim’ para todas as orações. Isto é ótimo, levando em consideração algumas coisas que pedimos. 
Às vezes Deus diz ‘não’ para os pedidos mais profundos em nosso coração. Você já descobriu esta verdade em sua vida? Eu já descobri. Quando minha amiga Diane começou a perder sua audição. Quando minha sogra ficou enferma. Quando meu sobrinho contraiu AIDS.
Eu seria conhecido como Luis Palau Júnior, se não fosse o fato de Deus ter dito ‘não’ para uma das minhas mais recorrentes orações. Após meu décimo aniversário, meu pai, Luis Palau teve uma broncopneumonia e morreu dez dias depois. A morte se tornou para mim a mais inegável realidade. Tudo pode ser discutido e pensado, mas a morte está aí, encarando a todos nós, face a face. Ela acontece, até para as pessoas mais abençoadas. Não importa o quanto oramos. Por quê? Porque ainda vivemos em um mundo caído.

Lembro-me disso repetidamente desde 11 de setembro de 2001, dia dos ataques terroristas nos EUA. Milhares de vidas foram salvas naquele dia. Mas Deus disse ‘não’ para as orações de milhares de outras vidas. Algum bem virá da morte destes? Eu creio que sim.
Sem dúvida, a morte de meu pai teve mais impacto no meu ministério do que qualquer outra coisa em minha vida inteira, além da minha conversão a Jesus Cristo. Meu desejo é que as pessoas se acertem com Deus, compreendam a grande questão e que, como o meu pai, morram cientes de que estarão com Jesus, de “estar com Cristo, pois é muito melhor” (Filipenses 1.23).
Isto significa que não devemos orar? Não. Significa o oposto. Ao longo dos anos, viajando pelo mundo, descobri outras quatro formas de Deus responder as orações. Acredite: ele gosta de dizer “sim!”


“Sim, mas você precisará esperar”
Respostas imediatas às orações? É isto que você quer, é isto que eu quero. Mas Deus não trabalha sempre desta maneira. E para que o melhor ocorra, precisamos ser pacientes. Em alguns casos, precisamos esperar até que o relógio sinalize meia-noite, para que sua resposta chegue.
Phil Callaway não sabia o que responder ao ser questionado por seus filhos “se a mamãe iria morrer”. Sua esposa Ramona sofria com grave enfermidade.
Centenas de amigos e parentes oraram, mas o peso de Ramona eventualmente chegara a 40 kg. Médicos especialistas tentaram de tudo, mas no outono de 1996 ela tinha crises diariamente, muitas vezes a cada hora.
Phil quase nunca deixou de ficar ao lado de Ramona. Ele não sabia se ela chegaria a completar 30 anos. Certa tarde, quando já não era possível enxergar qualquer vestígio de esperança, Phil caminhou até o quintal, ajoelhou-se e clamou: “Deus! Não agüento mais. Por favor, faça algo!”. De repente, o nome de um médico lhe veio à mente. Phil ligou para este médico, que examinou Ramona na manhã seguinte e deu o diagnóstico de uma rara deficiência química. Dentro de uma semana, as crises de Ramona terminaram. Seus olhos brilhavam novamente. O milagre foi tão incrível que Phil afirmou: “Deus devolveu minha esposa!”.
“Peçam e lhes será dado; busquem e encontrarão; batam e a porta lhes será aberta” (Mateus 7.7).

”Sim, mas não exatamente o que você espera”
Você já pediu a Deus que o usasse? Se já o fez, espere o inesperado.
O jogador Sherman Smith, da Liga Nacional de Futebol, é conhecido como o “Tanque Sherman”; tem 1,90m e pesa 102 kg de músculos sólidos em sua maioria. Sua reputação na defesa aumentou seu status de celebridade, enquanto jogava para o Seattle Seahawks. No entanto, sem qualquer aviso, o Seahawks vendeu o passe de seu jogador mais popular para o San Diego Chargers. Da noite para o dia tudo mudou para o jogador, cuja fé era tão sólida quanto seus músculos. Em poucas semanas jogando no Chargers ele machucou seriamente seu joelho. “Por que em tempos de reabilitação Deus me trouxe para San Diego?”, ele perguntava.
Enquanto seu joelho se recuperava, Sherman teve a oportunidade de levar um de seus colegas de time à Cristo. Este jogador que se converteu, Miles McPherson, desde então tem se destacado como um evangelista que tem levado milhares de jovens a Cristo todos os anos.
Porque Sherman foi enviado a San Diego? Deus queria usá-lo, com certeza.
“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos e ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3.5-6).

“Sim, e tem mais!”
Você já se perguntou se Deus realmente sabe o que você quer e o que você precisa?
O australiano David Smallbone sentiu que Deus o dirigia a promover shows cristãos em sua cidade natal onde apenas 5% da população era cristã. Durante um tour, eram tão poucos os fãs que iam aos shows que David teve um prejuízo de 250.000 dólares! Até sua casa lhe foi tirada e este pai de seis filhos teve que buscar uma solução. Um artista famoso lhe ofereceu um emprego em Nashville (EUA) e a família vendeu todos os pertences que ainda lhe restavam para comprar as passagens para os Estados Unidos. No entanto, algumas semanas depois que chegou, David foi informado de que o emprego não estava mais disponível. Ele ficou prostrado na cama por dias e dias. Quando David e sua esposa explicaram aos filhos o que havia acontecido, todos se ajoelharam e pediram ajuda a Deus.
Coisas interessantes começaram a acontecer. Deus providenciava sacolas de alimentos, providenciou uma van e pequenos serviços dos mais diversos. Então a maior surpresa de todas aconteceu: a filha mais velha Rebecca, então com 15 anos, conseguiu um contrato com uma gravadora. Rebecca gravou seu primeiro CD usando um antigo sobrenome de família, St.James.
Acelere o filme para os dias atuais. David promove os shows de sua própria filha, shows que têm sempre ingressos esgotados. Rebecca St.James tornou-se uma das artistas cristãs mais conhecidas na atualidade. A revista Cristianismo Hoje colocou seu nome entre os “50 maiores e mais promissores líderes cristãos com menos de 40 anos”. Temos prazer em convidá-la para cantar em nossas conferências cristãs ao redor do mundo.
Nada surpreende a Deus, Ele sabia o que estava fazendo!
“’Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de lhes dar uma esperança e um futuro’” (Jeremias 29.11).




“Sim, pensei que você nunca pediria”
Muitas pessoas pensam que a oração é algo complicado. Na realidade, a oração mais simples pode lhe trazer o milagre que você precisa, quando você precisa.
Após uma séria queda, um senhor chamado Luke Mulder orou para receber Jesus Cristo. Então orou por sua esposa Clara, que estava visitando sua irmã na Califórnia. Naquele mesmo dia, Clara ouviu alguém compartilhar o evangelho e aceitou a Cristo.
O cartunista cristão Ron Wheeler sonhava em criar personagens para evangelizar, mas precisava de um novo computador. Encontrou o tipo que precisava e começou a orar. Duas semanas depois um amigo ligou para Ron e lhe ofereceu um computador do mesmo modelo que havia pedido em sua oração. Pouco tempo depois de instalar o computador, Ron recebeu uma ligação da Sociedade Americana de sua categoria, solicitando que ele desenhasse uma série completa de personagens evangelísticos para tirinhas de diversos meios de comunicação.
Meus amigos Esteban e Carmela Tosoni dirigiam por uma estrada em uma das montanhas mais altas do mundo, quando seu carro quebrou. Estavam a 30 km da cidade mais próxima. A família Tosoni orou por ajuda divina. Quando abriram os olhos, um mecânico simplesmente apareceu e perguntou se precisavam de ajuda, consertou o carro e então partiram.
Coincidências? Dificilmente.
“A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5.16).

Luis Palau, 73 anos, é argentino e radicado nos EUA. É um conhecido evangelista internacional, tendo realizado cruzadas em mais de 80 países, atingindo a mais de 22 milhões de pessoas. Palau é autor de 41 livros, alguns deles já publicados no Brasil.



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